teste
Publicado por Nietzscheano em 4:03 PM

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Muitas coisas das quais fazemos, parecem não valer a pena... mas quando tais coisas vão se acumulando e resolvem explodir, sempre acontece de uma briga surgir... E lágrimas rolarem descontroladas... brigas que ao final so mostram o quanto é forte e verdadeiro o amor...

Ricardo, te amo e sempre vou te amar...


Muito tenho a dizer mas, não sei por onde começar.
Meu coração ferve ao ouvir tua voz, meus lábios anseiam o dia que tocaram os teus, meu corpo treme só em pensar em você .
Se isso não é amor, eu não sei o que é!
Perco o sono pensando em ti.
Já não lembro quantas noites passei em claro, quantas vezes chamei teu nome... Ricardo... Ricardo... Ricardo...
Que nome lindo!
Meus pensamentos voam de encontro a você.
Todo meu amor é seu, assim como eu! Eu te pertenço!
Nada mudará isso, nada me fará te esquecer, nada irá tirar você de mim.
Quero te agradecer por tudo que você fez, por cada palavra doce, por cada palavra de raiva, tudo em você me ajudou a ver que eu posso ser importante para alguém.
Tu me chamas de louca, pois louca sou!
Louca por amar alguém que nunca vi e que mesmo assim me faz muito feliz! Sou louca!! Louca por você!!!
Olha o que eu estou falando... Essa não sou eu! Esse sentimento está me transformando... É tão bom te amar...
Te amo muito

Publicado por Nietzscheano em 2:02 PM

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Esse poema aqui, não é bem um poema, foi um "sonho" que eu tive... Muito estranho... acordei chorando, angustiada, sentindo o medo, a dor e a agonia da personagem... De alguma forma eu pude sentir toda aquela dor... Isso me fez chorar muito... :~ Ainda bem que eu tive a voz do Ricardo para me acalmar... amor, te amo muito!!


Sempre ao final da tarde, quando o sol escondia-se no horizonte dando assim inicio ao reinado da grande senhora da noite, eles se encontravam. Um campo verde, com flores e algumas árvores.
Ele sempre cumprimentava-a com um beijo na testa e ali permaneciam de mãos dadas sentandos a grama olhando o Sol descer e a Lua subir...

Ela esperava-o em uma humilde cozinha, que possuia apenas uma mesa e algumas cadeiras feitas de madeira, um fogão à lenha, um pequeno armario e algumas panelas devidamente arrumadas em uma prateleira proxima ao fogão...

Ele chegou e logo a abraçou.
Ela rapidamente presentiu que algo estava errado e que algo ruim aconteceria.
Ele então falou que teria que fazer uma viagem...
Ela pediu para que ele ficasse... mesmo querendo ficar teve que partir...

Fora a ultima vez que eles se viram.


Publicado por Nietzscheano em 9:24 AM

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É incrível como a gente muda de humor uma hora para outra.... é invrivel como pequenas coisas contribuem para essa mudança repentina...
É incrível como a pessoa que a gente menos imagona que vai nos maxucar é a primeira a fazer....

Esse text mostra um pouco como eu estou essa noite...


Lágrimas rolavam
O coração era tomado por um vazio
As incertezas a cada segundo dominavam ainda mais os pensamentos
Olhos fixos em um canto da parede
Olhar distante e sem emoção
O que estava acontecendo à ela
Era apenas um triste momento ou finalmente ela enxergara a verdade
Tentativas fracassadas em conter as lágrimas que molhavam-lhe o inexpressível rosto e o delicado colo
Soluços ecoavam pelo quarto
Mais uma vez ela chorava sozinha enconlhida em sua cama
Mais uma vez sentia-se só
E a cada vez mais a certeza de que SEMPRE estará sozinha solidificava-se
Destruindo mais e mais aquele coração castigado

Publicado por Nietzscheano em 11:22 PM

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Para vocês verem como nem sempre o que a gente começa a escrever vai ficar sendo a "obra" final. Esse dois textos aqui em baixo, são praticamente os mesmo... A diferença é que esse que esse primeiro era o rascunho do seguinte... hehehehehehehe..
Eu o encontrei (o rascunho) por acidente, estava procurando uma ficha de RPG e acabei dando de cara com ele em uma de minhas gavetas... resolvi coloca-lo aqui... analizando os dois.. textos diferentes que tratam do mesmo assunto.. da mesma noite...


A trêmula chama desta humilde vela é minha única fonte de luz e calor nesta noite fria e cheia de trevas.
Uma música calma e sedutora dá ritmo a fumaça do inceso que dança misteriosamente para mim, fazendo-me ir de encontro a meus pensamentos e desejos mais profundos.
O ambiente está contribuindo para que esses pensamentos obsenos venham a minha cabeça. Sua fotografia em minha mesa ativa ainda mais minha imaginação.
Fecho meus olhos e sinto você aqui.
Posso sentir teu cheiro e teu toque em meu corpo nu e sedento de prazer.
teus dedos em meus lábios esperando que eu os molhe com minha saliva... Beijo-os delicadamente e em seguida lambo-os.
Você desde-os até meus seios que não escondem o quando estou excitada.
Tua boca lambendo, beijando, mordendo meu corpo deixa-me louca, teus sussurros deixam-me com mais vontade de te ser tua...
Minhas palavras quase não saem por causa dos gemidos e sussurros..
E apenas o que eu consigo dizer é: Me possui!!

Publicado por Nietzscheano em 8:59 AM

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É gente... voltei... Depois de um bom tempo sem inspiração, aqui estou eu!
Acho que a facul me inspira... sei lá... Desde que as aulas começaram eu ja escrevi 3 cartas e agora esse conto.
Ele saiu em meio a aula de História do Jornalismo 1... A aula até que nem estava chata, mas sei lá... foi batata....
Eu que não costumo gostar muito do que eu escrevo devo admitir que gostei desse conto...
Espero que vocês também gostem...



A chuva caia lá fora, a noite era ilumidada pelos raios que cortavam o céu e a terra tremia pela força dos trovões.
Algumas gotas de chuva entravam em meu quarto através da janela que encontrava-se semi-aberta.
Não havia luz. Apenas uma solitária vela reinava na escuridão. Vela essa que lutava verozmente contra uma corrente de vento para manter sua chama viva.
Eu apenas observava o melancolico cenário. Imaginava como seria teu toque em minha fria pele, o som da tua respiração em meu pescoço, o calor da tua língua em minha nuca. Como seria ouvir teus sussurros e sentir teus lábios tocarem minha orelha... Hummmm....
Com meus olhos cerrados, sou deitada, mesmo querendo abri-los, eu não conseguia. Por que? Era você quem estava alí ou apenas era minha forte imaginação?
Meus sussurros ecoavam, tuas carícias me enlouqueciam. O peso do teu corpo guiava-me e teus beijos abafavam meus gemidos de prazer e dor.
Sim, dor! Embora fosse suportaveis, eu não entendia porque o prazer doía. Parecia que eu estava fundindo-me a você.
Minha respiração estava acelerada, meu coração parecia querer sair do peito, o que estava acontecendo com meu corpo? Meus gemidos foram interrompidos por um leve grito que eu não pude controlar.
Meu corpo perecia pesar toneladas, não conseguia mover-me, queria abrir meus olhos mas não era possível... Acabei adormecendo.
Hoje acordei com os raios da aurora iluminando meu rosto, uma sensação de bem estar e satisfação consumiam-me. Acordei sorrindo.
Tudo em meu quarto estava normal. A janela permanecia semi-aberta. Algumas poças de água estavam no chão. A vela não existia mais, em seu lugar apenas algum resto de cera tarrada. Tudo estava em seu lugar.
A única diferença estava em minha cama. Eu havia mudado, a princípio eu não sabia o motivo, mas ao ver algumas manchas de sangue em meus lençois de seda brança eu pude perceber.
Ao meu lado, em cima do meu travesseiro, aquela rosa vermelha pôde confirmar que eu não estava só.


Kohler Michelle


Bem gente, é isso... Deixo logo o aviso para aqueles que gostam dos meus textos... Ja tenho ideias para a continuação deste texto... E aew? Gostaram? Pois comentem e deixem suas opniões... ^-^

beijos

Publicado por Nietzscheano em 8:47 AM

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Sem querer eles se encontraram.
Poderam sentir algo diferente um no outro, mas não sabiam o que era.
O tempo se encarregou de construir uma amizade entre eles.
A cada dia o sentimento diferente se intensificava.
E a resposta estava na cara deles, mas eles não queriam ver, não queriam aceitar.
Um sentimento um pouco mais forte que a amizade iria se iniciando, deixando os dois ainda mais confusos.
Em uma madruga eles poderam finalmente entender o tal sentimento estranho.
Ele era um lupino, ela uma vampira.
Essa amizade, esse sentimento era impossivel entre eles.
Como duas raças que se odeia podiam ter uma amizade tão forte?
Ao contrario do que pensavam, esse sentimento foi fácil de cutivar.
Gaia de alguma forma queria manter-los unidos.
Mas algo saiu errado aos planos da Deusa.
O sentimento de odio dele, estava afastando ela.
Mesmo lutando para não deixa-lo, ela não resistiu ao Odio dele.
Ela se rendeu, desistiu de querer-lo de volta. Aceitou a derrota.
Ela finalmente entendera o motivo de tamanha rivalidade... O odio!
O que aconteceu com eles?? Não se sabe.
Apenas sabe-se que eles ja nao se falam e que ela ainda pensa nele...
Mas sem saber de tais pensamentos são recíprocos.

Kohler Michelle


Publicado por Nietzscheano em 2:02 PM

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O vento soprava forte fazendo uma nuvem de poeira se erguer.
Embora o sol reinasse, algo sombrio dominava o lugar.
Talvez fosse o silencio ou o clima pesado que a algum tempo habitava aquela casa.
Na noite anterior todos os irmãos dormiram sobre o mesmo teto.
A mãe teve medo de uma ameaça de morte.
O que estava a assustar mais? A morte de um filho ou a preocuração daquela que desejava um dia não ter filhos?
O vento continuava soprar, e balançava os sinos espalhados pela varanda.
O fino badalar era a única coisa que se ouvia.
Agora o silencio fora quebrado.
Barulhos... Muitas vozes... Pessoas transitando...
O silencio é desfeito, a paz acaba.
A vontade de sair dali era grande. Se esconder!
Toda aquela gente petubava, tirava meu sossego...
Algumas coisas aconteceram e outra ainda irão acontecer...
E eu nãoquero estar aqui quando essa hora chegar!

Publicado por Nietzscheano em 7:43 AM

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Esatav ontem vendo o treino da seleção masculina de futsal, quando lembrei de algumas coisas do passado... daew sei lá.. peguei a caneta e comecei a escrever... saiu isso aki:

Quetinha no meu canto eu observo-te.
Você se quer nota meu olhar, se quer sabe que eu existo.
Perco grande parte do meu tempo imaginando teu toque, sonhando com teu abraço.
Desejos que jamais se realizaram.
Estúpida! Sou uma total estúpida!
Por que ainda perco meu tempo a admirar alguém como você?
Uma pessoa que escolhe as mulheres com quem vai se relacionar e se acha o gostoso nunca olharia para uma garota sem graça como eu!
É isso mesmo! Esse é meu problema. Sou apenas alguém sem graça, tímida e comum.
Como eu quera ter algum atrativo, algo que chamsse tua atenção, mas não tenho!
Fico apenas a imaginar que você me nota, a ter esperanças de que um dia, alguém vai notar esse ser sem graça.
Enquanto isso, sonho, pois é a unica coisa que ainda me resta... Sonhar!

Publicado por Nietzscheano em 10:43 AM

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Faz tempo que não atualizo, mas tenho meus motivos..
Primeiro: falta de criatividade pra escrever...
Segundo: estou sem inet. Voltei a morar com minha mãe...

Mas como bateu uma inspiraçãozinha, consegui fazer duas coisinhas toscas...


mente calma
sorriso meigo, inocente
olhar longe, misteriodo
coração carente, solitario

por que ninguem eh feliz por completo?
por que sempre nos falta o mais importante?
vai ser assim para sempre?
sera?

de que adianta ser feliz sem lutar?
sofrer nos faz aprender outros meios
sempre teremos que buscar o melhor
nada de graça eh valido

minha mente sabe que vai ser feliz
meu sorriso denuncia meu futuro
meu olhar disfarça
para que meu coração reaprenda a amar


O outro poemas eh um pouco mais picante... hehehehehehe..


voce não esta aqui
minha cama esta fria e vazia
meus lençois estão limpos e secos
meu travesseiro descansa sobre o colção
ai, que falta você faz
que falta faz teu corpo quente jogado sobre a cama
que falta faz nosso suor e fluidos sobre os lençois amassados
que falta faz ver meu travesseiro jogado ao chao ou embaixo de meu quadril te encaixando melhor no meu corpo
volta logo...
vem preenxer nossa cama
vem pra teu verdadeiro lugar...
vem pra mim...


Até a proxima iluminação quase divina, pois se fosse divina meus poemas prestariam!
Beijos


Publicado por Nietzscheano em 10:51 PM

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ABRAÇO

Sobre a areia branca da praia, sob a luz da lua estamos
A Grande Mãe será cúmplice de nossa amor
O vento frio noturno, nosso cobertor
Hoje nos tornaremos um único ser

Não existirará nem eu, nem você...
Apenas nós.
Nosos desejos tornaram-se realidade
Alacançaremos a imortalidade, juntos.

Teus dentes penetrando em minha carne
Meu sangue em tua boca
Que sensação maravilhosa
O doce sabor da morte nos excita
Nos leva a insanidade

O fraco brilho das estrelas e o luar
Iluminam nossos corpos molhados de tanto prazer
Sedentos de sangue..
Ai que delícia!

Meus gemidos soam como uma doce melodia
Meu prazer é tua prioridade e fantasia
Agora ja somos um
Abandono minha vida por esse amor

Sempre nos pertenceremos.

------ Kohler Michelle ------

CARTA A MORTE

Estas aí? Pois posso sentir-te.
Ouve minha voz a chamart-te?
Pode sentir minha angústia, desespero e melancolia?
Sim! Claro que sim.
Eu sei que ouve meus lamentos, sei que sente e ve a escuridão em minha alma, mas por que demoras tanto?
Não ver que é de ti que eu preciso?
Meu olhar se fez triste, meu sorriso ja não existe...
Vem pra mim. Tira-me daqui, leve-me para casa.
Minha força esta em você, na certeza de tua chegada.
Escuta-me! Vem.
Não deixe-me sem o conforto de tua presença.
As vezes adormeço com o doce sussurro do vendo em minha janela.
Sinto-o querer me acalmar, ninar-me.
Agora, sozinha em meu quarto, nos braços da escuridão, volto a realidade.
Volto a ver o mundo da maneira que nunca deveria ter esquecido.
Sonhando com com as vezes que derramei minhas lágrimas em vão
Do tempo que estava cega e não podia defender-me...
...
Obrigada...
Tinha certeza que chegaria
Sabia que me acordaria deste pesadelo, levaria-me de volta a meu lugar.
Um mundo sem farsas, onde a dor se mostra explicita e o amor é verdadeiro
De volta para casa.
Da escuridão para as sombras.
Da mentira ao caos
Do nada para lugar nenhum..
Enfim em casa.

------- Kohler Michelle --------

Publicado por Nietzscheano em 10:26 AM

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Depois de alguns meses... olha eu aqui de volta...

Tenho mais duas coisas qeu escrevi aqui..
Mas duas folhas de minah agenda... quer dizer diario... ou será agenda mesmo?! Não sei... só sei que é mais que uma agenda... porém... menos que um diario..

----

Me sinto só
A frieza de minha razão
Congelou meus sentimentos
Não consigo chorar...
Nem tão pouco sorrir...
Me isolo de tudo e todos
Fiz da solidão minha companheira
Ela sempre me entende
Me apoia
Não enxe meu saco
Não fica a falar que estou estranha
Entende meus sentimentos
Sabe que assim será melhor
Que sofrerei menos
Pensarei menos
Me importarei menos...
Porém... viverei menos
Aproveitarei menos...
Mas... Quem se importa?!

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O gramado verde em volta da piscina...
As frutas no pomar...
Os passeios a cavalo...
As brincadeiras ao redor da fogueira...
Aquelas risadas...
Aquela felicidade..
A sensação de que se pode ser feliz para sempre...
Tudo acabado...
Destruido como um castelo
Sendo levado pelas ondas...
Sonhos são partidos
Sentimentos humilhados
Lágrimas desperdiçadas..
A felicidade que duraria para sempre chorou...
Foi embora e deu lugar a melancolia e a tristeza...
A grama secou...
As frutas apodreceram
As risadas se calaram...
... Enfim... cresci!


Kohler Michelle


Publicado por Nietzscheano em 3:02 PM

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Olhos atentos para aquele pequenino vestido branco.
Cada passo dela fazia ele ficar mais louco. Os sentimentos fundiam-se em seus pensamentos, deixando-o sem reação, apenas a olhar para ela.
As luzes baixas davam um tom ainda mais especial á aquele momento.
Eles olhavam-se como se não acreditassem no que acontecia.
Ele, deitado sobre aquela deliciosa cama olhava ela aproximar-se timidamente.
Um beijo surge, este,era o que faltava para despertar todo o tesão contido naqueles corpos.
O desejo subia á a cabeça daqueles amantes e peça por peça era tirada... e alí, dois corpos despidos, inertes, um a frente do outro a olhar-se fixamente... Nenhuma palavra precisava ser dita!
Aos primeiros toques, ainda tímidos, eles conheciam-se mais e mais... não demorou muito para que o ato fosse consumado.
Gemidos de prazer preenchiam o quarto, eles faziam o que podiam para proporcionar prazer para o outro.
Suas mãos percorriam todo o corpo dela, ela beijava cada centimentro do corpo dele... Aquela noite parecia não ter fim.
O prazer era tão intenso que mal saiam palavras de suas bocas. Eles não acreditavam no que seus corpos e almas sentiam.
Ao rítmo de seus sussurros, aqueles movimentos repetitivos transformavam-se em dança. Uma sedutora dança que a cada momento ia acelerando, fazendo a insanidade domina-los para que chegassem ao alge do amor.
Abraçados, um a ouvir a respiração do outro e a sentir o gélido suor que corria em seus corpos exaustos, eles reuniam forças para um beijo.
Depois, ja de banho tomado, eles adormecem em paz, com o sentimento de que sempre se pertenceram... em memoria e coração!

Kohler Michelle

Publicado por Nietzscheano em 4:11 PM

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Coisinhas que saíram na madrugada desse dia 02 de Outubro de 2003, outro dia para a minha coleção de dias que o sono me abandona!

Quero olhar em teus olhos...
mas teus olhos aqui não estão!
Quero abraçar-te...
mas não tenho teus braços!
Quero sentir teus lábios sobre os meus...
mas a situação não permite!
Quero provar teu amor...
mas isso não é possível...
...A Morte levou-te pelas mão!

------------------------X--------------------------X---------------------------


Como queres que eu destrua teus medos?
Ensina-me!
Como levarem-te na escuridão?
Tu precisa dar-me tua mão!
Vem pra mim...
Traga-me a felicidade que mereço.
Deixa-me provar teu amor.
Acordar a teu lado
E ver que tudo isso não é ilusão

--------------------X--------------------------X--------------------------------


Mais uma vez estou aqui. Sem sono, perdida em meu pensamentos e desejos.
Lá fora a lua crescente sorri para os casais que namoram admirando-a e aqueles que ainda formaram-se.
Aqui dentro, minha única companhia é a solidão e meu som que toca canções tristes, que aumentam minha melancolia.
Estou deitada, abraçada ao travesseiro esperando que as lágrimas rolarem em meu amargo rosto, mas onde elas estão? Nem para aliviar essa dor elas servem.
Outro que me abandonou foi o sono. Volta por favor! Deixa-me dormir, só quero esquece-lo por alguns instantes, já que daqui a pouco irei para a faculdade...
Tudo está tão vazio. Para ser sincera, sempre esteve, só que em alguns momentos esse vazio mostra-se maior... e esse é um destes momentos.
As vezes a morte parece a melhor saída, mas por que ela não vez buscar-me:? Nem ela quer-me! Até pela morte sou rejeitada... Que vida heim?!
Outra noite optarei por drogas! Malditos soníferos, já estão virando vicio.
Preciso dormir direito. Para isso ele precisa sair de minha mente, mas como é possível? Quem possuir a resposta por favor diga-me. Preciso saber!

Publicado por Nietzscheano em 8:43 AM

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Quando a solidão tomar conta de seu interior, tente passa-la toda para uma folha de papel, ou mesmo um gravadorzinho, de qualquer forma, tente escrever algo, além de um poema, você pode relaxar. Assim como eu existem muitas pessoas que não sabem se expressar por palavras, e por isso escrevem... É isso que eu faço!
Queria pedir desculpa a meus amigos que sempre tentam me ajudar, sempre estaõ tentando me tirar da merda e eu nunca explico as coisas direito... Me desculpe por não saber me expressar atraves de palavras e deixa-los achando que eu escondo coisas... por favor desculpem-me! Eu amo a todos vocês!

Nessa maldita escuridão uma luz surge. Luz essa que parece chamar-me. Temo essa aproximação, temo que ela seja apenas uma triste ilusão dessa minha mente desiludida e deseperançada. Mesmo assim irei até ela. Quem sabe desta vez eu esteja errada?! Quem sabe desta vez essa luz seja real?! E não mais uma brincadeira de mal gosto da minha imaginação.
A cada passo meus olhos acostumam-se mais com a claridade. Parece-me que desta vez é real. Por que? É sempre assim, quando estamos cansados e desistimos de algo, este finaliza-se.
Foi isso que aconteceu. Quando eu pensava que tudo havia acabado, você apareceu entre a luz. Na verdade a luz era você.
Como pôde ter penetrado em meu mundo tão facilmente? Isso não importa! O importante é que estas aqui, junto a mim... em meu coração.
Por que que eu acredito em você? Será que tem haver com nossa situação? Com nosso sofrimento? Tanto faz! Só quero que estejas sempre aqui comigo, pois sempre estarei aí com você.
Pode ter certeza que te amo, e que o único sentimento que ainda acredito é nesse, a Amizade, pois o amor, mesmo o familiar, pra mim morreu a muito tempo!
Quem sabe ainda alguém tenha a coragem de tentar ensinar-me a amar novamente? Quem aquele feito para mim tenha morrido, ou nunca existido... Bem, isso é uma coisa que eu realmente não quero saber! ... Não enquanto estiveres comigo!


Publicado por Nietzscheano em 12:29 PM

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Por demorar demais, irei por aqui dois de meus poemas e depois colocarei os que ainda estou terminando... (se é que eu termino)

É no silêncio, na escuridão de meu quarto que encontro-me.
Tudo está calmo, nenhum barulho penetra em meu mundo, a não ser, essa doce melodia que leva-me a um transe profundo.
Vejo-te
Posso abraçar-te, sentir teu cheiro e calor.
Consigo sentir teu corpo próximo ao meu e meus lábios sobre os teus... tenho-o em meus domínios.
Nosso amor é capaz de tudo, é o mais puro que eu já senti.
Estamos felizes um nos braços do outro, causando inveja no restante do mundo.
Somos perfeitos, juntos!
Mas, algo faz-me voltar à realidade. Maldita ilusão!
Fica confundindo minha cabeça e torturando meu coração...
Por mais amigos que eu possa vim a ter, nenhum poderá ajudar-me a superar esse vazio em meu ser...
Por que essa tortura?!
Será que nunca irei tê-lo em meus braços?!
Só você tem o poder de curar-me, trazendo a felicidade que meu amargo coração necessita.


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Uma floresta escura.
As árvores parecem querer agarrar-me.
Caminho lentamente através de pequenas e sombrias trilhas. Sinto alguém guiar-me.
Os pássaros cantam agonizantemente, mostram toda sua melancolia.
O vento sopra forte. Sinto sua tristeza em seu gélido toque em meu rosto. Ouço seu choro como o uivo de um lobo ferido nos braços da morte. ouço-o enquanto passa entre galhos secos de velhos carvalhos.
No meio desta floresta, encontro uma clareira, vejo em meio as árvores a figura de um homem alto e forte a olhar-me fixamente. Será que ele era meu guia misterioso? Não importa, ja estou em seus domínios.
Não preciso ouvi-lo para saber que me deseja, seu olhar vazio e precisa de mim. Pernameço inerte.
Ele aproxima-se devagar. Seus braços envolvem-me, fazendo um leve arrepio percorrer meu corpo.
Delicadamente sou deitada em uma cama de folhas frias e molhadas pelo calor da noite. Ele ja esperava-me.
Suas mãos sentem cada centimetro de meu quente corpo enquanto sua boca aproxima-se da minha e vem de encontro a um ardente beijo. Agora eu consigo mover-me e retribuir seus carinhos.
A floresta fica em total silêncio e nos observa.
Seu corpo guia-me em uma sedutora dança... A música? Nossos gemidos.
Abraçados sobre as folhas que agora estão quentes, toco-o no pálido rosto que sorrir-me gentilmente. Seus olhos hipnotizam-me, fazendo-me sua escrava.
Pela primeira vez ele fala-me: - Tenho sede.
De alguma forma eu sinto que ele deseja minha vida, e não estou nem um pouco preocupada em perde-la, quero mais é satisfaze-lo.
Calmamente, suas mãos acariciam meu rosto. Sinto-o beijando meus pescoço...
Agora um ecxtase enorme toma conta de meu ser, algo que eu nunca poderia imaginar e sentir. Ao mesmo tempo sinto minha vida sendo drenada.
Em meu leito de morte, ele calmamente oferece-me seu pulso e pede que eu beba. Atendo seu pedido rapidamente, não consigo dizer não a ele. Seu sabgue desce em minha garganta queimando e aos poucos vai fortalecendo-me e trazendo-me de volta a"vida"
Depois da inesquecível noite, olhamo-nos fixamente, a lua ilumina seu lindo rosto que agora vejo detalhadamente. Como um ser tão belo poderia viver aqui sozinho?!?
A floresta volta a cantar e o vento a uivar.
Ja passaram-se várias horas desde que aqui entrei, ja está amanhecendo e temos que sair logo para nosso abrigo. Precisamos nos proteger dos raios da aurora que se aproxima.
Agora, poderei fazer companhia a meu amado. Junto a ele domino a escuridão, e os pobres leigos que adrentam em meus dónios são minha fonte de vitalidade.
Aqueles que provam de minha vida, sempre voltam para mim... Para a minha floresta escura.


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A rua está vazia.
O frio toma conta da madrugada. Meu coração precisa de calor, meu corpo de carinho. Preciso de amor!
Sozinha em meu quarto olho através da janela, procuro alguma alma viva, ou morta, não importa! Só quero companhia.
A solidão ja não tem o mesmo efeito de antes. Sua presença agora incomoda-me, atormenta meus pensamentos, minha alma e coração.
O lindo sorriso em meu rosto se foi. Deu lugar a um olhar frio, sem sentimentos e a uma face sem expressões.
Deito em minha cama, abraço o travesseiro e espero o sono chegar.
Assim quem sabe eu seja feliz...
...Em sonhos!


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Bem... é isso aew, não coloquei o resto pois estou com preguiça de digitar, depois eu eu faço isso! ^_^
Beijos!

Publicado por Nietzscheano em 9:56 AM

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Perfil
Nome: Michelle Kohler
Idade: 18
O que gosto: RPGs, Música, Sair, Internet, Faculdade (por enquanto)
O que não gosto: Minha net lenta, Gente com baixo-astral, Não poder jogar KoF, Não ter todos os CDs do Nightwish...

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