
Publicado por Nietzscheano em 4:03 PM
Sempre ao final da tarde, quando o sol escondia-se no horizonte dando assim inicio ao reinado da grande senhora da noite, eles se encontravam. Um campo verde, com flores e algumas árvores. Ele sempre cumprimentava-a com um beijo na testa e ali permaneciam de mãos dadas sentandos a grama olhando o Sol descer e a Lua subir... Ela esperava-o em uma humilde cozinha, que possuia apenas uma mesa e algumas cadeiras feitas de madeira, um fogão à lenha, um pequeno armario e algumas panelas devidamente arrumadas em uma prateleira proxima ao fogão... Ele chegou e logo a abraçou. Ela rapidamente presentiu que algo estava errado e que algo ruim aconteceria. Ele então falou que teria que fazer uma viagem... Ela pediu para que ele ficasse... mesmo querendo ficar teve que partir... Fora a ultima vez que eles se viram. Publicado por Nietzscheano em 9:24 AM
Lágrimas rolavam O coração era tomado por um vazio As incertezas a cada segundo dominavam ainda mais os pensamentos Olhos fixos em um canto da parede Olhar distante e sem emoção O que estava acontecendo à ela Era apenas um triste momento ou finalmente ela enxergara a verdade Tentativas fracassadas em conter as lágrimas que molhavam-lhe o inexpressível rosto e o delicado colo Soluços ecoavam pelo quarto Mais uma vez ela chorava sozinha enconlhida em sua cama Mais uma vez sentia-se só E a cada vez mais a certeza de que SEMPRE estará sozinha solidificava-se Destruindo mais e mais aquele coração castigado Publicado por Nietzscheano em 11:22 PM
A trêmula chama desta humilde vela é minha única fonte de luz e calor nesta noite fria e cheia de trevas. Uma música calma e sedutora dá ritmo a fumaça do inceso que dança misteriosamente para mim, fazendo-me ir de encontro a meus pensamentos e desejos mais profundos. O ambiente está contribuindo para que esses pensamentos obsenos venham a minha cabeça. Sua fotografia em minha mesa ativa ainda mais minha imaginação. Fecho meus olhos e sinto você aqui. Posso sentir teu cheiro e teu toque em meu corpo nu e sedento de prazer. teus dedos em meus lábios esperando que eu os molhe com minha saliva... Beijo-os delicadamente e em seguida lambo-os. Você desde-os até meus seios que não escondem o quando estou excitada. Tua boca lambendo, beijando, mordendo meu corpo deixa-me louca, teus sussurros deixam-me com mais vontade de te ser tua... Minhas palavras quase não saem por causa dos gemidos e sussurros.. E apenas o que eu consigo dizer é: Me possui!! Publicado por Nietzscheano em 8:59 AM
A chuva caia lá fora, a noite era ilumidada pelos raios que cortavam o céu e a terra tremia pela força dos trovões. Algumas gotas de chuva entravam em meu quarto através da janela que encontrava-se semi-aberta. Não havia luz. Apenas uma solitária vela reinava na escuridão. Vela essa que lutava verozmente contra uma corrente de vento para manter sua chama viva. Eu apenas observava o melancolico cenário. Imaginava como seria teu toque em minha fria pele, o som da tua respiração em meu pescoço, o calor da tua língua em minha nuca. Como seria ouvir teus sussurros e sentir teus lábios tocarem minha orelha... Hummmm.... Com meus olhos cerrados, sou deitada, mesmo querendo abri-los, eu não conseguia. Por que? Era você quem estava alí ou apenas era minha forte imaginação? Meus sussurros ecoavam, tuas carícias me enlouqueciam. O peso do teu corpo guiava-me e teus beijos abafavam meus gemidos de prazer e dor. Sim, dor! Embora fosse suportaveis, eu não entendia porque o prazer doía. Parecia que eu estava fundindo-me a você. Minha respiração estava acelerada, meu coração parecia querer sair do peito, o que estava acontecendo com meu corpo? Meus gemidos foram interrompidos por um leve grito que eu não pude controlar. Meu corpo perecia pesar toneladas, não conseguia mover-me, queria abrir meus olhos mas não era possível... Acabei adormecendo. Hoje acordei com os raios da aurora iluminando meu rosto, uma sensação de bem estar e satisfação consumiam-me. Acordei sorrindo. Tudo em meu quarto estava normal. A janela permanecia semi-aberta. Algumas poças de água estavam no chão. A vela não existia mais, em seu lugar apenas algum resto de cera tarrada. Tudo estava em seu lugar. A única diferença estava em minha cama. Eu havia mudado, a princípio eu não sabia o motivo, mas ao ver algumas manchas de sangue em meus lençois de seda brança eu pude perceber. Ao meu lado, em cima do meu travesseiro, aquela rosa vermelha pôde confirmar que eu não estava só. Kohler Michelle Bem gente, é isso... Deixo logo o aviso para aqueles que gostam dos meus textos... Ja tenho ideias para a continuação deste texto... E aew? Gostaram? Pois comentem e deixem suas opniões... ^-^ beijos Publicado por Nietzscheano em 8:47 AM
Poderam sentir algo diferente um no outro, mas não sabiam o que era. O tempo se encarregou de construir uma amizade entre eles. A cada dia o sentimento diferente se intensificava. E a resposta estava na cara deles, mas eles não queriam ver, não queriam aceitar. Um sentimento um pouco mais forte que a amizade iria se iniciando, deixando os dois ainda mais confusos. Em uma madruga eles poderam finalmente entender o tal sentimento estranho. Ele era um lupino, ela uma vampira. Essa amizade, esse sentimento era impossivel entre eles. Como duas raças que se odeia podiam ter uma amizade tão forte? Ao contrario do que pensavam, esse sentimento foi fácil de cutivar. Gaia de alguma forma queria manter-los unidos. Mas algo saiu errado aos planos da Deusa. O sentimento de odio dele, estava afastando ela. Mesmo lutando para não deixa-lo, ela não resistiu ao Odio dele. Ela se rendeu, desistiu de querer-lo de volta. Aceitou a derrota. Ela finalmente entendera o motivo de tamanha rivalidade... O odio! O que aconteceu com eles?? Não se sabe. Apenas sabe-se que eles ja nao se falam e que ela ainda pensa nele... Mas sem saber de tais pensamentos são recíprocos. Kohler Michelle ![]() Publicado por Nietzscheano em 2:02 PM
Embora o sol reinasse, algo sombrio dominava o lugar. Talvez fosse o silencio ou o clima pesado que a algum tempo habitava aquela casa. Na noite anterior todos os irmãos dormiram sobre o mesmo teto. A mãe teve medo de uma ameaça de morte. O que estava a assustar mais? A morte de um filho ou a preocuração daquela que desejava um dia não ter filhos? O vento continuava soprar, e balançava os sinos espalhados pela varanda. O fino badalar era a única coisa que se ouvia. Agora o silencio fora quebrado. Barulhos... Muitas vozes... Pessoas transitando... O silencio é desfeito, a paz acaba. A vontade de sair dali era grande. Se esconder! Toda aquela gente petubava, tirava meu sossego... Algumas coisas aconteceram e outra ainda irão acontecer... E eu nãoquero estar aqui quando essa hora chegar! Publicado por Nietzscheano em 7:43 AM
Você se quer nota meu olhar, se quer sabe que eu existo. Perco grande parte do meu tempo imaginando teu toque, sonhando com teu abraço. Desejos que jamais se realizaram. Estúpida! Sou uma total estúpida! Por que ainda perco meu tempo a admirar alguém como você? Uma pessoa que escolhe as mulheres com quem vai se relacionar e se acha o gostoso nunca olharia para uma garota sem graça como eu! É isso mesmo! Esse é meu problema. Sou apenas alguém sem graça, tímida e comum. Como eu quera ter algum atrativo, algo que chamsse tua atenção, mas não tenho! Fico apenas a imaginar que você me nota, a ter esperanças de que um dia, alguém vai notar esse ser sem graça. Enquanto isso, sonho, pois é a unica coisa que ainda me resta... Sonhar! Publicado por Nietzscheano em 10:43 AM
mente calma sorriso meigo, inocente olhar longe, misteriodo coração carente, solitario por que ninguem eh feliz por completo? por que sempre nos falta o mais importante? vai ser assim para sempre? sera? de que adianta ser feliz sem lutar? sofrer nos faz aprender outros meios sempre teremos que buscar o melhor nada de graça eh valido minha mente sabe que vai ser feliz meu sorriso denuncia meu futuro meu olhar disfarça para que meu coração reaprenda a amar O outro poemas eh um pouco mais picante... hehehehehehe.. voce não esta aqui minha cama esta fria e vazia meus lençois estão limpos e secos meu travesseiro descansa sobre o colção ai, que falta você faz que falta faz teu corpo quente jogado sobre a cama que falta faz nosso suor e fluidos sobre os lençois amassados que falta faz ver meu travesseiro jogado ao chao ou embaixo de meu quadril te encaixando melhor no meu corpo volta logo... vem preenxer nossa cama vem pra teu verdadeiro lugar... vem pra mim... Até a proxima iluminação quase divina, pois se fosse divina meus poemas prestariam! Beijos Publicado por Nietzscheano em 10:51 PM
Sobre a areia branca da praia, sob a luz da lua estamos A Grande Mãe será cúmplice de nossa amor O vento frio noturno, nosso cobertor Hoje nos tornaremos um único ser Não existirará nem eu, nem você... Apenas nós. Nosos desejos tornaram-se realidade Alacançaremos a imortalidade, juntos. Teus dentes penetrando em minha carne Meu sangue em tua boca Que sensação maravilhosa O doce sabor da morte nos excita Nos leva a insanidade O fraco brilho das estrelas e o luar Iluminam nossos corpos molhados de tanto prazer Sedentos de sangue.. Ai que delícia! Meus gemidos soam como uma doce melodia Meu prazer é tua prioridade e fantasia Agora ja somos um Abandono minha vida por esse amor Sempre nos pertenceremos. ------ Kohler Michelle ------ Estas aí? Pois posso sentir-te. Ouve minha voz a chamart-te? Pode sentir minha angústia, desespero e melancolia? Sim! Claro que sim. Eu sei que ouve meus lamentos, sei que sente e ve a escuridão em minha alma, mas por que demoras tanto? Não ver que é de ti que eu preciso? Meu olhar se fez triste, meu sorriso ja não existe... Vem pra mim. Tira-me daqui, leve-me para casa. Minha força esta em você, na certeza de tua chegada. Escuta-me! Vem. Não deixe-me sem o conforto de tua presença. As vezes adormeço com o doce sussurro do vendo em minha janela. Sinto-o querer me acalmar, ninar-me. Agora, sozinha em meu quarto, nos braços da escuridão, volto a realidade. Volto a ver o mundo da maneira que nunca deveria ter esquecido. Sonhando com com as vezes que derramei minhas lágrimas em vão Do tempo que estava cega e não podia defender-me... ... Obrigada... Tinha certeza que chegaria Sabia que me acordaria deste pesadelo, levaria-me de volta a meu lugar. Um mundo sem farsas, onde a dor se mostra explicita e o amor é verdadeiro De volta para casa. Da escuridão para as sombras. Da mentira ao caos Do nada para lugar nenhum.. Enfim em casa. ------- Kohler Michelle -------- Publicado por Nietzscheano em 10:26 AM
A frieza de minha razão Congelou meus sentimentos Não consigo chorar... Nem tão pouco sorrir... Me isolo de tudo e todos Fiz da solidão minha companheira Ela sempre me entende Me apoia Não enxe meu saco Não fica a falar que estou estranha Entende meus sentimentos Sabe que assim será melhor Que sofrerei menos Pensarei menos Me importarei menos... Porém... viverei menos Aproveitarei menos... Mas... Quem se importa?! ---------------------------------------------------------------------------- O gramado verde em volta da piscina... As frutas no pomar... Os passeios a cavalo... As brincadeiras ao redor da fogueira... Aquelas risadas... Aquela felicidade.. A sensação de que se pode ser feliz para sempre... Tudo acabado... Destruido como um castelo Sendo levado pelas ondas... Sonhos são partidos Sentimentos humilhados Lágrimas desperdiçadas.. A felicidade que duraria para sempre chorou... Foi embora e deu lugar a melancolia e a tristeza... A grama secou... As frutas apodreceram As risadas se calaram... ... Enfim... cresci! Kohler Michelle Publicado por Nietzscheano em 3:02 PM
Cada passo dela fazia ele ficar mais louco. Os sentimentos fundiam-se em seus pensamentos, deixando-o sem reação, apenas a olhar para ela. As luzes baixas davam um tom ainda mais especial á aquele momento. Eles olhavam-se como se não acreditassem no que acontecia. Ele, deitado sobre aquela deliciosa cama olhava ela aproximar-se timidamente. Um beijo surge, este,era o que faltava para despertar todo o tesão contido naqueles corpos. O desejo subia á a cabeça daqueles amantes e peça por peça era tirada... e alí, dois corpos despidos, inertes, um a frente do outro a olhar-se fixamente... Nenhuma palavra precisava ser dita! Aos primeiros toques, ainda tímidos, eles conheciam-se mais e mais... não demorou muito para que o ato fosse consumado. Gemidos de prazer preenchiam o quarto, eles faziam o que podiam para proporcionar prazer para o outro. Suas mãos percorriam todo o corpo dela, ela beijava cada centimentro do corpo dele... Aquela noite parecia não ter fim. O prazer era tão intenso que mal saiam palavras de suas bocas. Eles não acreditavam no que seus corpos e almas sentiam. Ao rítmo de seus sussurros, aqueles movimentos repetitivos transformavam-se em dança. Uma sedutora dança que a cada momento ia acelerando, fazendo a insanidade domina-los para que chegassem ao alge do amor. Abraçados, um a ouvir a respiração do outro e a sentir o gélido suor que corria em seus corpos exaustos, eles reuniam forças para um beijo. Depois, ja de banho tomado, eles adormecem em paz, com o sentimento de que sempre se pertenceram... em memoria e coração! Kohler Michelle Publicado por Nietzscheano em 4:11 PM
Como queres que eu destrua teus medos? Ensina-me! Como levarem-te na escuridão? Tu precisa dar-me tua mão! Vem pra mim... Traga-me a felicidade que mereço. Deixa-me provar teu amor. Acordar a teu lado E ver que tudo isso não é ilusão Mais uma vez estou aqui. Sem sono, perdida em meu pensamentos e desejos. Lá fora a lua crescente sorri para os casais que namoram admirando-a e aqueles que ainda formaram-se. Aqui dentro, minha única companhia é a solidão e meu som que toca canções tristes, que aumentam minha melancolia. Estou deitada, abraçada ao travesseiro esperando que as lágrimas rolarem em meu amargo rosto, mas onde elas estão? Nem para aliviar essa dor elas servem. Outro que me abandonou foi o sono. Volta por favor! Deixa-me dormir, só quero esquece-lo por alguns instantes, já que daqui a pouco irei para a faculdade... Tudo está tão vazio. Para ser sincera, sempre esteve, só que em alguns momentos esse vazio mostra-se maior... e esse é um destes momentos. As vezes a morte parece a melhor saída, mas por que ela não vez buscar-me:? Nem ela quer-me! Até pela morte sou rejeitada... Que vida heim?! Outra noite optarei por drogas! Malditos soníferos, já estão virando vicio. Preciso dormir direito. Para isso ele precisa sair de minha mente, mas como é possível? Quem possuir a resposta por favor diga-me. Preciso saber! Publicado por Nietzscheano em 8:43 AM
Uma floresta escura. As árvores parecem querer agarrar-me. Caminho lentamente através de pequenas e sombrias trilhas. Sinto alguém guiar-me. Os pássaros cantam agonizantemente, mostram toda sua melancolia. O vento sopra forte. Sinto sua tristeza em seu gélido toque em meu rosto. Ouço seu choro como o uivo de um lobo ferido nos braços da morte. ouço-o enquanto passa entre galhos secos de velhos carvalhos. No meio desta floresta, encontro uma clareira, vejo em meio as árvores a figura de um homem alto e forte a olhar-me fixamente. Será que ele era meu guia misterioso? Não importa, ja estou em seus domínios. Não preciso ouvi-lo para saber que me deseja, seu olhar vazio e precisa de mim. Pernameço inerte. Ele aproxima-se devagar. Seus braços envolvem-me, fazendo um leve arrepio percorrer meu corpo. Delicadamente sou deitada em uma cama de folhas frias e molhadas pelo calor da noite. Ele ja esperava-me. Suas mãos sentem cada centimetro de meu quente corpo enquanto sua boca aproxima-se da minha e vem de encontro a um ardente beijo. Agora eu consigo mover-me e retribuir seus carinhos. A floresta fica em total silêncio e nos observa. Seu corpo guia-me em uma sedutora dança... A música? Nossos gemidos. Abraçados sobre as folhas que agora estão quentes, toco-o no pálido rosto que sorrir-me gentilmente. Seus olhos hipnotizam-me, fazendo-me sua escrava. Pela primeira vez ele fala-me: - Tenho sede. De alguma forma eu sinto que ele deseja minha vida, e não estou nem um pouco preocupada em perde-la, quero mais é satisfaze-lo. Calmamente, suas mãos acariciam meu rosto. Sinto-o beijando meus pescoço... Agora um ecxtase enorme toma conta de meu ser, algo que eu nunca poderia imaginar e sentir. Ao mesmo tempo sinto minha vida sendo drenada. Em meu leito de morte, ele calmamente oferece-me seu pulso e pede que eu beba. Atendo seu pedido rapidamente, não consigo dizer não a ele. Seu sabgue desce em minha garganta queimando e aos poucos vai fortalecendo-me e trazendo-me de volta a"vida" Depois da inesquecível noite, olhamo-nos fixamente, a lua ilumina seu lindo rosto que agora vejo detalhadamente. Como um ser tão belo poderia viver aqui sozinho?!? A floresta volta a cantar e o vento a uivar. Ja passaram-se várias horas desde que aqui entrei, ja está amanhecendo e temos que sair logo para nosso abrigo. Precisamos nos proteger dos raios da aurora que se aproxima. Agora, poderei fazer companhia a meu amado. Junto a ele domino a escuridão, e os pobres leigos que adrentam em meus dónios são minha fonte de vitalidade. Aqueles que provam de minha vida, sempre voltam para mim... Para a minha floresta escura. A rua está vazia. O frio toma conta da madrugada. Meu coração precisa de calor, meu corpo de carinho. Preciso de amor! Sozinha em meu quarto olho através da janela, procuro alguma alma viva, ou morta, não importa! Só quero companhia. A solidão ja não tem o mesmo efeito de antes. Sua presença agora incomoda-me, atormenta meus pensamentos, minha alma e coração. O lindo sorriso em meu rosto se foi. Deu lugar a um olhar frio, sem sentimentos e a uma face sem expressões. Deito em minha cama, abraço o travesseiro e espero o sono chegar. Assim quem sabe eu seja feliz... ...Em sonhos! Bem... é isso aew, não coloquei o resto pois estou com preguiça de digitar, depois eu eu faço isso! ^_^ Beijos! Publicado por Nietzscheano em 9:56 AM
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